KAROL CONKÁ, TERROR DOS BASTIDORES: ‘ACABOU COM MINHA RAÇA’, DIZ PRODUTOR

 



Cantora ignora fãs e costuma dar trabalho antes, durante e depois de seus shows; 'Ela acabou com a minha raça', diz produtor que a contratou em 2016

 

Quem me conhece pessoalmente e a linha editorial que eu defendo – o que não é diferente do que eu verdadeiramente penso – sabe que eu reiteradamente me abstive de tecer qualquer comentário sobre a “sister” Karol com “k”. Porém, atendendo a pedidos de amigos e seguidores nas redes sociais, eu resolvi publicar uma matéria da Revista VEJA RIO em nosso Blog, onde um produtor de eventos, de nome Guilherme Zattar resolveu romper o silêncio e relatar as atrocidades protagonizadas pela rapper. Leiam a matéria e façam seus comentários: 

Em pouco menos de um mês, a cantora Karol Conká conseguiu bater um recorde nesta edição do Big Brother: depois de apresentar ao Brasil um variado repertório de preconceitos e de comentários com requintes de crueldade que chegaram a levar às lágrimas pelo menos quatro participantes – “Ele tem mau hálito por ruindade”, disse, apontando com o queixo para Lucas Penteado, que não aguentou o tranco e pediu para sair ainda na primeira semana -, a rapper vem sendo acusada formalmente de xenofobia, discriminação religiosa e até de relativizar um caso de assédio sexual relatado por Juliette, uma de suas companheiras de confinamento. 

Condutas moralmente questionáveis e pequenas maldades vêm sendo praticadas pela cantora quase diariamente no reality – e isso não surpreende quem já teve algum contato profissional com Karol, que foi eliminada nesta terça (23), com índice de rejeição de 99,17%. “Ela acabou com a minha raça”, diz o produtor de eventos Guilherme Zattar, que a contratou para o seu primeiro show solo no Rio, em 2016, na Zona Portuária. 

Ele diz que Karol foi totalmente intransigente ao exigir que levassem comida ao seu quarto num horário em que a cozinha do hotel em que estava hospedada já estava fechada. “Não adiantou oferecer delivery de qualquer outro restaurante. Podia ser qualquer um, bastava escolher. Mas ela ameaçou não se apresentar se não comesse a comida do hotel”, conta. O hotel em questão (Novo Mundo, no Flamengo) diga-se de passagem, não tem qualquer tradição gastronômica – “Ela só queria infernizar mesmo e fez questão que eu saísse da montagem do show para ir lá fazer o pedido. Só pude ir embora depois que o prato chegou. É uma pessoa muito difícil, do mal”. 

Boa parte do público carioca teve seu primeiro contato com Karol nas boates LGBT da Zona Portuária, porta de entrada da rapper no circuito de shows fora das casas mainstream da cidade. Foi numa dessas boates que Karol deixou a ver navios um grupo de fãs que havia desembolsado uma quantia além do valor do ingresso para conhecê-la pessoalmente – o famoso “meet and greet”, encontro pago no camarim, com direito a fotos e autógrafos, bastante comum nos bastidores do showbizz. “Ela simplesmente não quis recebê-los, mesmo sabendo que eles pagaram para isso”, conta um produtor que prefere não se identificar. “Se recusou”, enfatiza. 

Ao invés de receber os fãs, como estava no contrato, Karol fez uma festa no camarim e foi embora depois do horário marcado para o motorista levá-la de volta ao hotel – o que gerou uma multa a ser paga pela produção. A cantora ainda teria levado consigo belisquetes e garrafas de bebida que havia exigido ter à sua disposição no camarim – o que não é ilegal, mas não costuma ser uma atitude da qual artistas costumam se orgulhar. “Não é à toa que os contratantes têm ranço dela”, diz o produtor. Karol Conká revelou que se arrependeu de participar do ‘Big Brother Brasil’. A rapper tomou café da manhã com Ana Maria Braga, após ser eliminada com rejeição recorde. Karol também contou que sua família vem sendo ameaçada. 

A Revista VEJA RIO enviou uma mensagem aos administradores das redes sociais de Karol pedindo um posicionamento sobre o que foi relatado e aguarda resposta.

 

OPINIÃO: Conforme relatado pela matéria da Revista VEJA RIO, muitas (e não são poucas mesmo) pessoas ligadas ao showbizz têm algo a testemunhar em desfavor a rapper Karol com “K’’. O BBB 2021 foi uma vitrine que conseguiu mostrar o lado pior das pessoas, e nesse caso, a rapper usou e abusou desse direito. "Se é para tombar, tombastes". Moral da história: se a mesma energia gasta para assistir BBB, existisse para entender a política, o Brasil provavelmente não estaríamos vendo em Brasília um Congresso cínico e a serviço da desconstrução desse país, enquanto um presidente tenta de todas as formas consertá-lo.   

A Rede Globo de Televisão no fundo gosta desse tipo de lacradora, e vai tentar reabilitá-la de todo jeito. E vou politizar sim e digo: Basta estar do "lado certo", logo, suas ações e falas serão perdoadas facilmente, essa é a esquerda. Se fosse um homem branco fazendo metade do que Karol fez... Imaginem se a “sister” Carla falasse que a Lumena tem muita melanina... Por isso eu digo a você que é de Direita, seja preto, branco, pardo, amarelo, indígena, albino: pense bem no que vai fazer e falar dentro de um programeco desses! 

A rapper apontou os próprios erros no programa da Ana Maria Braga e disse que irá procurar ajuda médica. “Me descontrolei, mas não sou dessa forma aqui fora. Ela disse que tem traumas que não se mostram em entrevista, em álbuns". Tomara que ela se cure para o bem da sociedade.

 

ERRY JUSTO

Postar um comentário

0 Comentários