MENOS ESTADO E MAIS ECONOMIA!


foto aérea de Hong Kong

O que faz um país se desenvolver economicamente? Ora, é deixar comércio crescer sem amarras ou restrições, liberando assim as taxas de importação e aquecendo a economia interna! O Brasil, apesar de Bolsonaro e Paulo Guedes estarem dedicando enormes esforços, ainda não conseguiu se desvencilhar da velha e pueril carroça chamada carga tributária, que diga-se de passagem é uma das maiores do mundo! Infelizmente, não vivemos numa democracia onde a economia cresce e melhora a vida de sua população. Nossa moeda não é forte, pelo contrário, é instável! Ainda por cima temos um congresso acovardado e mais preocupado com seus bolsos do que com a nação. 

Quando vemos os exemplos de Hong Kong e Singapura, acreditamos que o milagre econômico não é uma utopia e tampouco uma demagogia, é real! Esses dois países na década de 40 foram considerados como “gigantescas favelas a céu aberto” sujo e sem futuro. Ou seja, países nada recomendáveis ao comércio e para se fazer investimentos. Hoje quem visita os dois países fica deslumbrado com a opulenta riqueza que ambos produzem. 

“As pessoas não fogem de Hong Kong, elas correm para Hong Kong”, diz o adágio popular. Esse país, que entre 1961 à 2012 teve um crescimento no seu PIB Real e Percápito em 900% em apenas algumas décadas! Aquele país deixou de ser uma “favela a céu aberto” e se tornou uma das economias mais livres do mundo. Ao final da Segunda Guerra Mundial, a população era de 750 mil pessoas. E hoje é mais de 10 vezes maior. Hoje tem 7,1 milhões de habitantes e com a segunda maior expectativa de vida do planeta. 

A mesma coisa ocorre com Singapura. Em 1965 era um país mais pobre que o Brasil e com uma renda equivalente à de Angola, tornou-se o segundo país mais economicamente livre do mundo! O que Singapura fez para conseguir essa grande virada? Estabeleceu uma moeda forte e estável, sem quaisquer interferências políticas! Sua moeda foi a que menos perdeu seu poder de compra no mundo desde 1982 à 2005. Negou ajuda ou empréstimos estrangeiros tipo esses que conhecemos como FMI, que o Brasil até hoje anda enrolado até o pescoço. Singapura fez um notável esforço de criar empresas privadas de excelência e competitivas globalmente por meio da baixa tributação, burocracia quase inexistente e mínima regulação. Tudo isso com tarifas de importação nulas num livre comércio pleno num sistema idêntico ao adotado em Hong Kong. Vale a pena ressaltar que, Singapura deu ênfase na proteção da propriedade privada e na segurança pública. Lá a maioria da população ganha oito vezes mais que o valor de um salário mínimo aqui no Brasil. 

Ora, o segredo de ambas estratégias é ter um Governo pequeno e transparente, coisa quase que impossível de se ver aqui no Brasil. Só para se ter uma ideia do tamanho da economia desses dois países, besta reparar que o gasto público proporcional de Singapura é a metade do norte-americano e um terço menor que o do sueco! Esse país aprendeu que quando o Governo se mete em tudo na economia, o povo sofre. Não é à toa que lá está uma grande fatia, 11% da população composta por bilionários. O segredo? Lá tem liberdade econômica!       

Agora o mundo atravessa uma pandemia. Ao invés de nós brasileiros nos tornarmos pessoas mais solidárias e empáticas ao sofrimento alheio, vemos o contrário. Vemos políticos em Brasília diuturnamente fazendo planos para derrubar à todo custo, um presidente democraticamente eleito por 58% da população. Isso de fato traz instabilidade em investimentos tanto na Bolsa de Valores como na abertura de novas empresas. Infelizmente nesse aspecto econômico, o nosso pobre e sofrido Brasil está fadado ao fracasso, se alguma coisa não for mudada. Infelizmente estamos fazendo tudo errado por causa de tanto egoísmo e desinformação da grande mídia. 

O que dizer da maioria dos prefeitos e governadores? Eles instituíram a “indústria do caos”, onde se fatura muito na compra de imunizantes e material usado no combate à pandemia, superfaturando os preços e desviando grande soma de valores. Vejam o caso da prefeitura de Manaus: respiradores comprados cinco vezes à mais do valor real e numa casa de vinhos! A roubalheira foi tamanha que até oxigênio hospitalar faltou. Temos também o caso do Governo do Estado da Bahia onde MPF determinou abertura de inquérito para apurar a compra de respiradores pelo Consórcio Nordeste. A Bahia, em nome desse consórcio, efetuou, em Março do ano passado, uma compra de 300 respiradores no valor de 49 milhões de Reais. A parte da Bahia, nesse montante, seria de R$10 milhões pagos antecipados a empresa Hemcare. Ao que consta, esses equipamentos nunca foram entregues ao governo estadual baiano ou a nenhum outro estado do consórcio. 

Existem muito mais exemplos dessa “nojenta velhaquice” mas eu citei somente os dois por serem mais conhecidos. Alguns governadores fazem questão de decretar o “lockdown” para justificar o aumento da doença, e assim, receber uma “ajuda amiga” do Governo Federal. E o Presidente Bolsonaro já declarou que, quem fechar o Estado que pague do seu bolso o Auxílio Emergencial.  Isso sem falar que, na minha opinião, quem fica decretando “lockdown” por ai de forma irresponsável – o que destrói a economia do estado e consequentemente do país – deveria também decretar a isenção das contas de água, luz, pedágios e impostos como IPVA, IPTU e outros... Afinal como o cidadão vai poder pagar suas contas se não pode trabalhar de dia ou à noite? Pobre dos homens que devem pensão alimentícia... 

Hoje infelizmente, vivemos uma falsa democracia regada ao molho das injustiças patrocinadas pelo STF, o qual está fazendo a população tomar asco desses maus representantes da tal instituição a cada dia. Uma falsa democracia onde só os criminosos se dão bem e crescimento econômico que é bom? Nada! É preciso que a população tome conhecimento do que está acontecendo e apontar os verdadeiros culpados à justiça. Essa falsa narrativa onde tudo de ruim que acontece no estado se deve ao Presidente da República já não cola no mais ignorante ser que tenha acima de 10 neurônios. 

 

ERRY JUSTO - Jornalista

 

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